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May 29, 2014

Confiram mais uma entrevista que Elle concedeu durante a Press Junket de Malévola em Los Angeles! Desta vez, ao VeryAware:

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A princesa Aurora em “Malévola” não é um papel comum que você já viu Elle Fanning interpretar em sua carreira. Normalmente, a jovem super estrela escolhe papéis que não são nem um pouco parecidos com sua própria natureza – leve, fofa, e bem, adorável. Mesmo assim, agora ela está mudando um pouco as coisas, consolidando-se no legado que é o reino das princesas da Disney. Baseado no clássico da Disney “A Bela Adormecida”, essa fantasia de contos de fadas mostra flash backs do passado da “Senhora de Todo o Mal” (interpretada por Angelina Jolie, em uma papel que ela estava destinada a interpretar). Não é preciso dizer, tem muito do que não sabíamos sobre essa personagem icônica que ficamos sabendo no filme mais esperado do verão. Psss! Ela é incompreendida.
Nós (e alguns outros repórteres) recentemente sentamos para conversar com a atriz efervescente no dia de entrevistas em Los Angeles para discutir tudo sobre o filme – desde ser reconhecida como uma princesa da Disney pela primeira vez, a forma como ela incluiu o ballet em seu papel de realeza, como é trabalhar com Angelina Jolie (e seus descendentes).

Como é finalmente interpretar uma princesa da Disney?
É uma loucura. Era meu sonho quando era pequena. As pessoas perguntavam “O que você quer ser quando crescer?” e eu dizia “Uma princesa da Disney.” Era meu objetivo na vida. E poder dizer que você realmente – ainda tenho que me beliscar para dizer que sou a Aurora. É muito estranho pra mim. Uma garotinha veio até mim outro dia por que ela tinha visto os trailers e tal. Ela perguntou “Você é a Aurora?” E eu fiquei tipo “Acho que sou.” É uma loucura.

Ela pôde ser sua.
É, ela pôde! É, foi uma coisa muito especial e também, no primeiro encontro que tive, por que escutei que teria um filme sobre Malévola, eu fiquei tipo, sei que será sob o ponto de vista da vilã, mas isso significa que precisa ser uma Bela Adormecida nele. Então fiquei animada mas então, Rob [Stromberg], o diretor, queria que eu fosse a um encontro – ele e Linda [Woolverton], a roteirista – a partir daí, nesse encontro eles me deram o papel e me deram o roteiro. E foi como se tivesse me passado a coroa. Fiquei tipo “Oh!” Na viajem para casa, estava lendo o roteiro no carro. E eu meio que fico com enjoo se leio no carro, mas continuei. Estava muito animada.

Sua personagem tem uma fisicalidade sutil – como alguma coisa própria da realeza. Você voltou aos arquivos da Disney e usou como referência as filmagens ao vivo de Mary Costa e Helene Stanley?
Bem, vi o ballet de Bela Adormecida. Faço ballet então foi como – não sei. Acho que é uma das razões do por que danço é por que ajuda na atuação e ajuda na fisicalidade. Mesmo que você interprete alguém com uma má postura, você sabe quais músculos usar para interpretar. Mas eu assisti – vi a versão animada tantas vezes, mas assisti de novo antes de começarmos a filmar por que ela tem certos gestos com a mão. Como o jeito que ela anda e sua postura. Então tentei trazer toda a fisicalidade para minha personagem por que é por isso que você se apaixona quando a vê. Você se apaixona com meio que o lado de fora dela por que ela é meio unidimensional na versão animada. Para a nossa, tentamos fazer com que ela tivesse mais camadas e mais profundidade. Mas no lado de fora, se parece com a personagem que você ama.

Quais foram as lições que você aprendeu com Angelina tanto como atriz quanto como pessoa?
Acho que ela é o perfeito modelo a ser seguido. Sinto que qualquer que seja o que ela tenha vontade de fazer, ela fez. Agora, ela está dirigindo filmes e sendo mãe. É como se ela tivesse feito tudo mas ainda não tivesse feito tudo que quis. É tão incrível. Você ouve o nome dela e tipo, um nome muito forte. E você pensa em todas as fotos que já viu dela, seus eventos e tal. E ela acaba sendo – fiquei meio com medo. Fiquei tipo, “Oh, ela será uma moça muito intensa.” Daí você a conhece, e é como se ela não fosse – ela ainda é do tipo que entra em uma sala e todo mundo olha pra ela. Ela é muito poderosa. Mas pude conhecer o outro lado dela que era muito sensível e brincalhão. Tipo, quando gritavam “corta” e todos os seus filhos iam – eles estavam no set o tempo todo – eles iam até ela. E ela segurava Vivienne e Knox no colo. Ver isso e aprender que ela é muito ligada aos detalhes das coisas. Ela é muito específica com sua roupa. Como se cada detalhe importasse, cada coisinha era importante, como se essa personagem fosse viver com ela para sempre, em sua carreira, a vida toda. Então para mim, aprendi a sempre prestar atenção nos pequenos detalhes. Todos eles se juntam para formar o final.

Como foi ter os filhos de Angelina no set? Houveram momentos engraçados?
Foi muito divertido. Eles eram cheios de energia. Eles brincaram no monte das fadas que tivemos no set. Eles só estavam brincando. E Vivienne tem que me interpretar em uma deia de mai nova, o que foi muito bonitinho. Ela estava perfeita. Acho que eles tiveram que contratar… por que todas as crianças estavam com medo de como ela se parecia. Foi legal ter alguém para me mais nova, porque eu sinto que eu sempre interpretei a mais nova. Interpretei a minha irmã mais nova. Sou velha o suficiente para ter alguém sendo eu pequena o que é estranho.

Vocês tiveram alguns sets construídos por causa de alguns efeitos mas ainda teve muito CGI envolvido. Foi um desafio trabalhar com isso?
Tivemos sets, obviamente, as colinas e as folhas, e tudo isso. Mas por trás de você, são tudo telas azuis e verdes, e bolinhas de golf para as criaturas mágicas. E luzes, ficavam passando ao redor e essas seriam as fadas com quem você teria que tipo de interagir e imaginar. A guerra na lama que eu fiz, eu parecia uma louca, porque eu estava brincando sozinha. Estava jogando lama no ar, e por isso parecia louco. Mas, você sabe , você tem que imaginar e partir para cima. Não dá para ser meio termo. Você tem que mergulhar nisso e realmente imaginar as pequenas criaturas. E nós também trabalhamos com digitalização. Você fica nessa mesa, eles a giram e digitalizam todo o seu corpo. Eles pegam palmo a palco, e faziam isso de novo sempre que tinha uma nova roupa ou mudança de cabelo. E então eles fazem uma versão virtual de você no filme. Então, quando vejo o filme, fico tipo “O que é computador e o que não é? Eu não sei!” Tem todas essas coisinhas engraçadas. Muitas coisas flutuavam também, o que refletia na expressão. Mas você não pode ficar pensando muito no técnico. Não pode perder a personagem, também. Não pode ficar pensando “O que é isso? E isso?” Mas também tem que pensar nisso. Você tem que enfiar em seu cérebro.

Tradução: Elisa – Equipe Elle Fanning Brasil

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