Nossa galeria foi atualizada com novos portraits de Elle para o The Hollywood Reporter durante o TIFF, confiram:


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Nos últimos dias, a maquiadora de Elle vem divulgando novas fotos dos bastidores de ‘Mary Shelley’, que teve sua premiere hoje no TIFF. Hoje, também, foi divulgado o primeiro poster do filme.

Confira todas as novas imagens relacionadas ao longa na galeria:

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Filmes > Mary Shelley > Bastidores
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Filmes > Mary Shelley > Poster

De acordo com o Tracking Board, Elle Fanning é a estrela de um novo projeto, titulado de “Mary Shelley“. Leia a matéria abaixo:

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Elle Fanning interpretará a personagem titular do novo filme da Branded Pictures Entertainment, “Mary Shelley“. A biografia segue a história da autora de “Frankenstein” quando adolescente, pelos trágicos eventos em seu pouco tempo de vida (Shelley perdeu seus três filhos mais velhos e seu marido muito jovem), e explora o paralelo entre sua vida e seu famoso romance. Hailee Steinfeld anteriormente estrelaria o filme. “Mary Shelley” também tem um novo diretor; O diretor de “Skeleton Key”, Iain Softley está substituindo Paul Andrew Williams. Ezra Miller interpretará o marido de Mary, Percy Bysshe Shelley, e Jack Huston foi escolhido como o monstro de Frankenstein.

Fanning é uma ótima escolha para Mary Shelley, pelo menos da forma como ela é caracterizada; com um longo histórico em interpretar personagens assombrados perdidos em suas próprias mentes (é sério, um longo histórico – dê uma olhada em Fanning aos nove anos em “Phoebe in Wonderland” como prova), imagino que ela será, na pior hipótese, muito boa para o papel. Claro que, historicamente, Mary Shelley era algo como uma feminista e liberal além de seu tempo, criada e casada com radicais, mas disposta e capaz de fazer a sua própria mente sobre política e sociedade. Esperemos que o filme incorpore um pouco disso em seu retrato de Shelley. Se isso acontecer, tenho certeza Fanning irá incorporar isso na personagem também.

O conceito de “Mary Shelley” parece bastante com “Saving Mr. Banks” e “Finding Neverland”, dois filmes que foram, história revisionista de lado, ambos muito agradáveis e razoavelmente bem sucedidos financeiramente. Apropriadamente, dada a natureza gótica de “Frankenstein”, “Mary Shelley” soa como que terá um tom mais sombrop do que os seus antecessores em seu sub-gênero incrivelmente específico. Como um louco por tortura, fã de R-Romantic e do gênio arquétipo, eu aprovo e é bom ver que algumas mulheres entrando em jogo. Com a caracterização certa e toques estilísticos, este deve ser um filme que estarei animado para ver.

Tradução e adaptação por Elisa – Equipe Elle Fanning Brasil

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